Não abafe, desabafe!!
   Espinhos

No início não rolava nada. Tínhamos um único ponto em comum: Crescemos no mesmo bairro.

Depois, a companhia foi ficando agradável, rolou um beijo, dois... Transamos e fizemos um filho. Dois desconhecidos, irresponsáveis e bêbados. E agora pais!

No último mês, quando nos reencontramos, era por pura obrigação. Da minha parte rolava carência também, afinal, estava grávida e super sensível.

A criança nasceu e a aproximação veio naturalmente, devagar... e virou amor.

Um amor estranho, diferente, novo e confuso.

Muitas cobranças, traições e dúvidas.

O amava tanto, mas tanto que até doía!

Depois, veio a 1ª casa, a 2ª, a 3ª... Muitas idas e vindas, muitas brigas, barracos e perdão.

Aprendi a perdoar e a deixar o orgulho de lado, várias vezes!

Persistia, na esperança de que, no final daria tudo certo.

Esse final ainda não chegou e hoje o amor já não dói. Ele cresceu, se fortaleceu, mais a dor passou.

No lugar dela veio a paz tão esperada. Não sei até quando, mas AGORA estamos em paz.

O amor não tem que doer. Os espinhos fazem parte, mas tem que haver a flor, a cor e o perfume, senão não vale a pena.

Amo-te, hoje mais do que nunca!



Escrito por Thais Zimerer às 07h26
[] [envie esta mensagem]


 
  

Meu blog tava muito cinza, apagado e sem graça. Mudei!

Alguém pode me dar dicas de templates legais?



Escrito por Thais Zimerer às 08h15
[] [envie esta mensagem]


 
   Quando a vida faz sentido

Ao me deitar, vinha sempre aquele vazio, uma vontade de chorar, uma tristeza... Por mais que meu dia (ou noite) tivesse sido sensacional, faltava algo. Tinha amigos, festas demais pra ir, amava meu trabalho, o lugar onde morava e a vida que levava. Mas o vazio continuava lá, crescendo. Com a cabeça no travesseiro, uma pergunta sempre me vinha: Pq tô sentindo isso? O que me falta? Um namorado? Não! Dinheiro? Não! O QUÊ??

Pedia a Deus uma resposta, uma luz, uma direção, um sentido pra minha vida...

E ele deu! Deu um sentido de olhos azuis, cabelos loiros e voz aguda. Com ele, o retorno ao lar, à família, aos amigos de infância, a casa onde cresci... O vazio acabou, a tristeza foi embora. A luz é tanta que me ofusca e sei que direção devo tomar agora.

Aprendi que os verdadeiros valores da vida estão tão pertinho da gente, e às vezes é tão difícil percebermos e darmos o devido valor a elas...

Nem tudo são flores, é verdade. Mas não choro mais com meu travesseiro e nem faço mais aquelas perguntas. No lugar de perguntar, só agradeço. Agradeço por ele estar na minha vida, e dar sentido a ela. A ele dei um nome. Um nome forte, lindo, escolhido por mim: IAGO, o sentido da minha vida. Minha direção, meu rumo, minha luz, meu tudo!

Te amo bebê! Beijos no fundo do seu coração!

"Seja como uma raiz, firme um ideal, siga seu destino..."

 

(Nossa! Hoje eu acordei muito mãe... Credo!)



Escrito por Thais Zimerer às 08h09
[] [envie esta mensagem]


 
   O dia em que eu vi um disco voador

Era 31 de dezembro de 1994. Naquele ano  o Brasil foi tetra e comemoramos muito. Foi um ano diferente e novo pra mim. Muitas descobertas. Agora sim eu estava vivendo de verdade.

Nossa festa era numa casa a beira mar. Estávamos todos na praia, quando alguém chamou a atenção para uma estrela que brilhava muito, um brilho diferente, mais intenso que o normal. No mar havia um caminho de luz, como se a lua estivesse cheia (quem já viu a lua cheia no mar, sabe como é). Ficamos olhando aquela "estrela" por muito tempo. De repente ela começou a se mover rapidamente em ziguezague pelo céu e sumiu na linha do horizonte, justamente naquele caminho de luz que havia se formado no mar. As pessoas ficaram malucas, umas gritavam, outras choravam e entravam no mar... Segundos depois, a "estrela" voltou ao céu. Sua luz aumentava e diminuía de intensidade, recomeçando o ziguezague. Assim ela ficou até se estabilizar no céu, juntando-se às outras estrelas. A essas alturas já estávamos quase histéricos de euforia! Nunca podia imaginar que veria uma coisa dessas. Quando pensei que tinha acabado, houve uma chuva de estrelas cadentes, em sequência. A coisa mais linda e louca que já vi na vida.

Quando contei pra minha mãe (tinha 21 anos na época) ela me disse pra parar de tomar "aquelas coisinhas"... Meu chefe também não acreditou na estória e me chamou de "doidinha"...

No dia seguinte havia uma manchete no jornal local: "OVNI foi visto por mais de 100 pessoas no Sul da Bahia...”.

Sim amigos, EU VÍ UM DISCO VOADOR! Podem me chamar de doida, louca, pirada, mas eu vi sim! Meus horizontes se abriram muito depois disso. Um presente me foi dado naquele dia.

12 anos depois, contei minha experiência pro meu filho de 05 anos e ele não duvidou. Empolgou-se com a estória e passou a olhar o céu de uma maneira diferente.

Esse foi o meu reveillon inesquecível. A noite em que vi um OVNI!

Acredite quem quiser!

 



Escrito por Thais Zimerer às 11h17
[] [envie esta mensagem]


 
  

Essa vida é mesmo muito doida. Quando a gente pensa que as coisas estão caminhando pra melhor, que finalmente vai dar tudo certo... Vem mais uma paulada e acaba com tudo. Sonhos, planos, metas...

O legal é que sempre da pra aprender algo que vai nos fortalecer, no futuro, mais vai.

É necessário aprendermos a viver sozinhos e nos bastarmos. É menos arriscado.

Acredito MESMO que tudo tem volta, ação e reação, bate e volta, aqui se faz e aqui se paga DE VERDADE.

E assim a gente vai caminhando, caindo, levantando, caindo e levantando DE NOVO. Até a danadinha chegar. A FELICIDADE!

 



Escrito por Thais Zimerer às 13h01
[] [envie esta mensagem]


 
  

Feliz da vida! Em breve estarei de volta. Tenho tanta coisa pra contar...

Incrível como uma coisinha tão besta como a NET pode nos fazer tanta falta né? Mas tudo bem. Aproveito o tempo pra me dedicar ao meu filhote, minha casa, minhas gavetas...

Beijos!



Escrito por Thais Zimerer às 14h03
[] [envie esta mensagem]


 
  

Ai que saudade louca do meu blog querido! Estou sem pc, agora tá difícil de postar (buá).

Esse negócio de "Lan House" me tira a concentração, a inspiração e ainda me pressiona!

A solução vai ser a velha e boa caneta mesmo. Escrevo e depois digito tudo, ai, ai....

Beijos pra todos, vou fazer minhas "visitinhas" agora, fui!



Escrito por Thais Zimerer às 15h32
[] [envie esta mensagem]


 
   Para Karina, que caiu de pára-quedas na minha vida!

Cresci com meu irmão, lindo, gente boa demais. Ele me bastava e sempre fomos muito unidos.

Um belo dia meu pai (sim, eu tenho um pai) apareceu lá em casa e passou uma semana conosco. Há 19 anos não nos víamos. Ele sempre morou longe e as oportunidades eram poucas. Até  aí tudo bem... Não sou obrigada a amá-lo, mas devo-lhe respeito. E assim o fiz.

Dias depois dele partir, meu irmão me disse que receberíamos outra visita: Minhas irmãs, filhas dele do segundo casamento, viriam passar uma semana conosco.

Ai meu Deus do céu – pensei. Daqui a pouco vem a família inteira... Que saco!

Mas tudo bem... Recebi as duas com um puta café da manhã, a guarda armada e pedras escondidas na manga.

O dia foi passando e a integração com elas foi aumentando. Comecei a gostar da presença delas ali, no MEU espaço...

A caçula então, como era doidinha (parecia comigo quando tinha a mesma idade)! Nos identificávamos cada vez mais.

A semana foi alegre e divertida, mas passou voando. Foi com lágrimas nos olhos que nos despedimos.

Com 32 anos de idade ganhei irmãs e aprendi a guardar as armas e pedras que normalmente levava comigo. Meu filhote ganhou mais duas tias e até as incluiu nas orações antes de dormir.

Com a Karina (o nome da caçula) aprendi o básico de fotografias, aprendi a esperar aquele cd do Photoshop que nunca vem, aprendi a gravar cd’s e a falar “VIXI”... (rs) Aprendi como é bom ter irmãs.

No ano novo ela veio passar comigo. Novamente as lágrimas rolaram na despedida...

Agora ela está amando, apaixonada e começando uma nova vida em Sampa. Dou a maior força e já morro de saudades. Nunca mais quero me separar dela e tenho certeza que ela será um sucesso na nova profissão.

Mana querida: Amo-te “absurdamente”. Obrigada por existir e por fazer parte da minha vida (antes tarde do que nunca). Com o seu talento vc não precisará de sorte, tenho certeza. Te desejaria luz, mas isso vc tem de sobra também.

Ame loucamente e se entregue sem medo. Isso é viver, maníssima!

Beijos cheios de saudades. Espero nos vermos em breve, na SUA casa. Desta vez VOCÊ cozinha e eu lavo a louça. Fala pra “brima” cuidar direitinho de ti.

Fui!



Escrito por Thais Zimerer às 08h21
[] [envie esta mensagem]


 
   EM OFF ATÉ SEGUNDA. MUITO TRABALHO! BEIJOS

Escrito por Thais Zimerer às 16h45
[] [envie esta mensagem]


 
   Te amo ao círculo

Costumo reservar meu final de noite pro meu filhote, aliás, pra nós dois.

As conversas sempre são ótimas, me dão energia, esperança, paz... As melhores palavras que ouço, sempre saem da boca dele.

 

Outro dia uma conhecida minha descobriu que estava grávida e se desesperou. Lembrei de mim, grávida, solteira, doida, sem estrutura financeira nem emocional...

Cheguei a não querer aquele filho. Imagina! Como pude ser capaz de não querer a pessoa mais linda, mais fofa, mais massa, mais sincera, mais gostosa, mais preciosa, mais TUDO do mundo?

Me angustiava quando pensava em fraldas, bicos, amamentação, engordar, parir...

Mas Deus (ou a natureza, como quiser) é tão perfeito que dá às mães (e aos pais) nove longos meses pela frente.

Dia a dia, semana a semana, mês a mês fui me acostumando àquela nova situação e me adaptando à maternidade. O processo é lento e gradativo, como tem que ser.

Quando ele nasceu, ser mãe já não era mais aquele bicho de vinte cabeças. Foi difícil, claro, mas tirei de letra, aprendendo sempre. Não fui a primeira e nem serei a última.

A recompensa? Ela vem todos os dias, todas as horas e instantes da minha vida, que começou quando ele nasceu.

 

E, à noite, quando deito com ele praquela conversinha final, pergunto como foi o seu dia e o que ele aprendeu na escola...

– Letra cursiva mamãe! Responde desenhando seu nome num papel imaginário, com aquele dedinho sujo de tinta guache.

– Não lavou as mãos direito! Resmungo.

Ajudo-o com as orações, que inclui o gato, a tia Karol, a tia Karina, a tia Márcia...

- Todas as tias, né meu filho? Falo, tentando encurtar a prece.

- ... proteja a tartaruga e o ovo da tartaruga também. Amém! Finalizou aquele ser pequenininho de 5 anos.

Trocamos milhões de beijos, e , quando estava quase saindo do quarto eu ouvi, abafado pelas cobertas:

- Mãe, eu te amo muito!

- Eu te amo ao quadrado filho!

- E eu te amo ao círculo mamãe!!

Risos e lágrimas se misturam, se confundem... Mas de felicidade, de alegria, de prazer.

E praquela minha conhecida que está grávida, só tenho a dizer uma coisa:

Permita-se ser feliz!

Que seja ao quadrado, ao círculo, ao retângulo... Não importa! Apenas deixe acontecer...



Escrito por Thais Zimerer às 13h27
[] [envie esta mensagem]


 
   O que os olhos não vêem

Certíssimo esse ditado “O que os olhos não vêem, o coração não sente”. Em determinadas situações, temos a CERTEZA de que não “cairemos em tentação”, que seremos fortes e tocaremos o barco. Seremos mais razão e menos emoção... Não quero mais, não vou mais, não isso, não aquilo...

Tolice!  Pelo menos pra mim.  Não adianta; meu coração põe minha razão no chinelo, coitadinha...

Inúmeras vezes eu disse que não queira, que não ia, que não sentia...

 

Tudo vai bem, até o dia em que você sai pra comprar aquele inocente pãozinho e dá de cara com o “problema”. As pernas tremem, o coração dispara, a pressão vai lá pra baixo, suor gelado e boca seca... Os defeitos somem como por encanto, a saudade aumenta e a vontade é tanta, que até dói. Isso mesmo, dói!

Dói saber que o sentimento é mais forte, que é difícil resistir, que já não estão mais juntos (e poderiam) e que o buraco que ficou aumenta cada dia mais.

 

Então vem um “oi” daqui, um “como vai” dali... Marca-se uma cerveja, juntam-se as cadeiras, olho no olho, boca na boca e o coração traidor dispara novamente... Promessas, compromissos, mudanças, planos...

 

E começa tudo outra vez...



Escrito por Thais Zimerer às 10h45
[] [envie esta mensagem]


 
   Ratas

Sempre tive péssima memória para nomes e fisionomias e isso já me causou muitos constrangimentos. Tenho fama de “rateira” entre os amigos.

Passei anos fora da minha cidade e acabei perdendo o contato com muita gente.

Numa das minhas visitas, meu reuni num bar com amigos e acabei reencontrando o pai de uma amiga minha que eu não via há muito tempo. Foi super legal! Ele me abraçou forte (até demais), disse que tinha saudades e me convidou pra beber (estranhei). Notei que meus amigos riam de alguma coisa, mas não dei bola.

Depois de alguns minutos de perguntas do tipo “como vai sua vida”, nos abraçamos de novo, mandei recados pra filha dele (minha amiga) e nos despedimos.

No dia seguinte, fui contar à minha mãe:

- Mãe, você não sabe quem eu encontrei ontem!

- Quem?

- O fulano, pai da cicrana...

- Que isso filha? O fulano morreu tem dois anos...

Nossa! Minha cara não caiu no chão, ela quicou! Aí entendi os risos da galera. Que raiva! E ninguém me disse nada...

O pior de tudo é que o falso pai da minha amiga tem problemas mentais (claro né). Até hoje, quando me vê na rua, vem ao meu encontro querendo me abraçar, todo íntimo! (rs)

Depois dessa, fiquei mais atenta, mais ainda dou ratas fenomenais!



Escrito por Thais Zimerer às 10h28
[] [envie esta mensagem]


 
   Comemorando!!

Gente, tô muito feliz! Alguns de meus contos foram publicados no site "Gaveta do autor" e isso é muito gratificante. Agradeço a visita de TODO MUNDO que passa por aqui.

Não deixem de conferir. No link abaixo, clique em "novidades" ou em "prosa", procure na letra "T".

http://gavetadoautor.sites.uol.com.br/



Escrito por Thais Zimerer às 07h53
[] [envie esta mensagem]


 
   Mistério - Parte 7

- Pai, o que aconteceu? O que estou fazendo aqui?

- Não se lembra, seu irresponsável?

- Não, do quê?

Sua mente fervilhava, tinha que pensar em algo...

- Achei você numa casa de programa, completamente bêbado. Como pode fazer isso com sua esposa, uma mulher tão excepcional?!

- Mas não me lembro... Como, como...

- Muito fácil não se lembrar de nada, não é? Desaparece por sete meses e acha que pode chegar assim, com “amnésia”? Vou te ajudar a sair dessa, mas precisamos combinar tudo direitinho, pra sua mulher não desconfiar.

A mentira não ia colar muito, mas Ariella ficaria tão feliz com a volta do marido, que só se preocuparia com os detalhes mais tarde. Isso lhe daria tempo pra pensar em uma desculpa melhor.

O susto ao vê-lo foi tão grande, que o ar lhe faltou e suas mãos ficaram geladas... As pernas tremiam e a visão começou a escurecer, mas manteve-se atenta, acordada!

- O que houve? Onde você estava? Você está bem? Fala alguma coisa!

- Estou bem, fique tranqüila... Vou te explicar tudo, calma!

Sentou-se ao lado do pai com uma xícara de café nas mãos, acalmou-se e começou a explicar o motivo do seu desaparecimento...

- Naquele dia, o Mário me ligou. Ele havia batido o carro na porta de um motel e a Elizabeth não podia ficar sabendo de nada. Então me chamou pra que eu tomasse lugar dele na perícia. Eu fui. Não te disse nada por que sabia que você não me deixaria ir...

Cheguei lá minutos antes da polícia. Fizeram a perícia, resolvemos tudo e fomos embora no meu carro. Fui deixar a garota na casa dela, a pedido dele. Quando cheguei na porta do apartamento, o marido dela chegou e pensou que eu realmente fosse o amante! Só me lembro que ele me bateu com muita força na cabeça. Acordei ontem, num quarto da Santa Casa, lá em trindade. Estava sem documento, sem nada... Liguei pro meu pai e ele foi me buscar...

Por alguns segundos o silêncio reinou, absoluto...

- E você acha que vou cair nessa história absurda Cris? Acha que sou idiota? Vou chamar a polícia!

Imediatamente um alarme soou na sua cabeça. Se a polícia entrasse nesse assunto, estaria perdido!

- Não! – gritou.

Todos olharam pra ele, assustados. Nunca o viram tão nervoso, tão alterado.

(continua...)



Escrito por Thais Zimerer às 13h35
[] [envie esta mensagem]


 
   Mistério - Parte 6

Pouco a pouco a cor foi voltando. Ele pode ver nitidamente os pêlos do corpo se arrepiarem e a respiração voltar devagar.

Estava feliz, o antídoto funcionava! Agora precisava bolar uma maneira de colocar Cristóvão “na ativa” novamente, mas primeiro tinha que se livrar da cobaia.

Revistou os bolsos do rapaz e descobriu seu endereço numa conta de luz. Fácil -  pensou.

Colocou-o no carro e foi até o local indicado no papel. Chegando lá, largou-o com cuidado no alpendre, mas não antes de ter certeza de que ninguém o via.

Na volta pra casa, elaborava a melhor forma para seu filho voltar ao lar. A filha do meio era meio tonta, acreditaria em qualquer coisa que contasse, mas seria difícil enganar a nora, ela era muito esperta... Tinha que pensar em algo, e rápido! O tempo era curto...

Voltando ao seu esconderijo, preparou a seringa com o antídoto e aplicou devagar no pé dele, não podia deixar marcas. Teria mais ou menos umas 6 horas pra pensar em algo até que Cris retomasse inteiramente a consciência.

Vou tomar um chá de coca, isso me despertará e com certeza terei uma boa idéia – pensou.

Colocou a água com as folhas pra ferver enquanto enchia a banheira. Precisava tomar um banho, o último foi há 2 dias. Já estava fedendo!

Para sua surpresa, Cris retomou a consciência antes do esperado e estava ali, abobado, com cara de quem não entendia nada...

(continua)

 



Escrito por Thais Zimerer às 11h00
[] [envie esta mensagem]


 
  [ ver mensagens anteriores ]  
 
 



Meu perfil
BRASIL, Centro-Oeste, GOIANIA, Mulher, de 26 a 35 anos, Gastronomia, Casa e jardim


HISTÓRICO
 01/08/2006 a 31/08/2006
 01/07/2006 a 31/07/2006
 01/06/2006 a 30/06/2006
 01/05/2006 a 31/05/2006
 01/04/2006 a 30/04/2006
 01/03/2006 a 31/03/2006
 01/02/2006 a 28/02/2006



SITES LEGAIS
 Imagens, por Thais Zimerer
 Le Fabuleux monde d Karina Zimerer
 Photografos
 Quase histórias de amor
 Impressões de Aurélia
 Cartas a Théo
 Music Videos
 Gaveta do Autor
 Para quem tem filhos: 1Papacaio
 Rascunhos
 Na ponta do lápis
 Na Real


VOTAÇÃO
 Dê nota 10 para meu blog!